Wiki Nobilia
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  Asrael
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Classe/Nível 27
Raça, Gênero e Tamanho Dragão, Colossal
Alinhamento Destruidor
Divindade Áditus
Primeira Aparição Ano 812 da Primeira Era, quando torna-se líder de Naetor.
Morte Ano 1015 da Segunda Era.
Causa da Morte Soterrado no Vulcão Mogin durante o cerco de Caligherny.
Status Desaparecido

 "Seu filho? O verás, enquanto rasga suas mãos contra o chão deste palácio, implorando por socorro, em uma morte lenta... E dolorosa."

- Asrael, antes de queimar o primogênito de Naisham em frente ao seu pai.

"As cinzas são o meu tributo. Queimarei este castelo até os alicerces, então, poderão me pagar."

-A bravata dada durante a Destruição de Nobilia.


Asrael foi uma dragonesa que assolou Nobilia e Fallustar durante 200 anos. Ela governou a ilha de Naetor durante o mesmo período e chegou a ser considerada deidade protetora da nação.


Biografia

Do Livro de Ferroril, seguem os seguintes trechos:

A Ascenção

Em 812 da primeira Era, Asrael se torna líder suprema de Naetor. Sua principal marca era a presença constante nas batalhas, mostrando o gosto pelo sadismo. Passava horas a fio torturando os prisioneiros, terminados os combates. Após 8 anos de intensas batalhas pela Ilha, e agora com um exército experiente, marcha sobre Nobilia ao lado dos Noroghs. O Tesouro de Nobilia foi saqueado nesse dia pela dragonesa. Asrael recua para Naetor onde começa a ser venerada como divindade. Durante quase um século, ela se reclusa, ora em Naetor, ora em Mogin. Sua atenção fica presa em receber oferendas, espólios de guerra e admnistrá-los detalhadamente. Seus acólitos se dividem em duas frentes de trabalho e constroem o Salão Rubi e o Olhos de Brasatera. O primeiro seria o novo palácio e o segundo uma ampla escadaria e complexo de câmaras no Vulcão Mogin. Com a conclusão dos trabalhos em 909, a dragonesa abandona a capital Naetor para se instaurar no interior de Mogin, junto com todo seu tesouro. Na capital, como sua voz, fica o Sacerdote das Reluzentes.

A Terceira Marcha dos Naetorianos

Em 980, quando os homens já adquiriram tesouros suficientes para serem saqueados, Naetor inicia uma nova marcha pelo interior da Região da Coroa. Um trágico episódio para os humanos se dá quando a dragonesa incinera um exército inteiro, A Primeira Vanguarda, na Batalha das Lamentações, dando fim a um ano de guerra. Parte do exército invasor se instaura e povoa a Costa Morta. Dois anos mais tarde, magos remanescentes da Escola Arcana tentam invocar um novo cataclismo para varrer os invasores. Eles realizaram o ritual da cidade de Bastião, e em contra-ataque a mesma é destruída. Os magos conseguem fugir e iniciam uma demorada missão, para desenvolver vestimentas e armaduras capazes de resistir a baforada de Asrael e qualquer tipo de calor, mesmo lava. Em 995 são despachadas ordens a vários grupos para a obtenção dos componentes mágicos mas somente quatro anos depois elas foram concluídas. Inicia-se incursões por Naetor, como alvo Mogin, para aniquilar Asrael. O grupo com as vestes igneas acabou perecendo dentro do vulcão. Asrael percebe que as vestes não poderiam ser destruídas por ela, então jogou-as na lava..

A Quarta Marcha dos Naetorianos

Frente ao assalto nos Olhos de Brasatera, Asrael decide retaliar e inicia uma nova invasão, que durou uma década e meia e assolou novamente a região da Coroa. Em 1010 surge uma nova esperança com Turah Lyon, clérigo de Urzzia, defensor dos antigos deuses. Durante um discurso encorajador, os abatidos soldados da Cidade de Bastião, em Tarssadia pintaram seus escudos com as insignias de Urzzia e ganharam nova força para batalhar. Eles precisavam trancar a passagem de tropas Naetorenses, por pelo menos cinco dias, dando tempo para As Bandeiras Libertas de Fallustar organizar uma defesa massificada. Bastião tombou, mas o ataque a Fallustar não obteve sucesso. Depois de um mês de cerco, as tropas invasoras recuaram para o interior da Coroa, promovendo a desordem, o saque e a submissão de cidades produtoras para alimentar suas tropas - este período durou dois anos. No ano de 1012, Niccarina adoeceu e não havia nenhum clérigo curandeiro em Fallustar - as forças não permitiam a regeneração. Turah Lyon deixou o fronte nos pântanos para ajudá-la, mas sua ajuda foi recusada e rainha veio a falecer. Na semana que se seguiu de luto, Turah Lyon curou feridos por toda a Capital o que veio a trazer uma forte causa para sua religião, a Igreja de Estatera. Muitos recém curados aderiram a causa e partiram imediatamente para a frente de batalha no Pântano das Lamentações. Nos próximos dois anos, o Príncipe Caligherni, o Lord Anão Fafnir e a sacerdotiza Gwenish investiram com suas tropas e conseguiram rechaçar os invasores para a costa. Os Protetores do Brilho fizeram um ataque surpresa contra o Quartel - cidade costeira fortificada onde as tropas Naetorenses residiam. Bem sucedido, o ataque matou toda a elite militar em terra de Naetor. 


O Caos na Terra do Caos

Por algum motivo desconhecido, no ano de 1014, Asrael retornou para a ilha, e seu exército, agora sem oficiais, recuou também. Um pouco depois de sua chegada, ficaram cientes de que as forças em terra da Coroa estavam organizando o transporte marítimo de seus soldados. A população remanescente da ilha se apavorou enquanto foram convocadas para a defesa da mesma. Crianças foram investidas com armas e enviadas para pontos estratégicos. Uma região montanhosa ao sul se rebelou e despertou a fúria de Asrael. Iniciou-se uma guerra civil na ilha. Aproveitando o caos, grupos de experientes combatentes desembarcaram na ilha e promoveram mais desordem. Um dos grupos atacou o templo, roubando parte do tesouro recém pilhado da guerra na Coroa. Asrael partiu imediatamente para a defesa do templo, deixando os Olhos de Brasatera guardado pelos seus asseclas. O Grupo do Brilho Primordial invade o covil da dragonesa, enquanto Thamior e alguns arcanos invocam uma versão reduzida do Cataclismo sobre o vulcão, petrificando parte da lava. Através dos milagres de Turah Lyon, o grupo pode obter a localização exata das vestes ígneas, que foram recuperadas.

O Preço do Sal

Quando Asrael soube da dupla perda - o tesouro do templo e as vestes ígneas - foi tomada pela ira e extravasou na família Naisham, dinastia que estava no poder em conjunto com a dragonesa. Ela matou o primogênito da família em frente ao seu pai, ambos acorrentados e se enxergando, no amplo Salão Rubi.

Ano 1014 - Uma patrulha avançada ataca o Templo de Naetor, e Asrael deixa o Monte Mogin para a defesa de seu culto. Em uma ação integrada, é invocado Ashalar sobre o vulcão, durante a petrificação parcial da lava, as Vestes Igneas são resgatadas. Acontece o Incêndio das Planícies - combate entre Asrael e povos dissidentes de Naetor. Os campeões com as Igneas entram em combate inflingem fortes danos a Asrael, os dois lados acabam recuando. Asrael queima o Patriarca de Naisham.

1015 - Invasão de Naetor por Lord Caligherny, com a Escola Arcana e os Sacerdotes do Brilho. Suicídio da família Naisham e seus servos de Naetor. Asrael desaparece soterrado no Vulcão de Mogin.

Interação e Interpretação

Notas

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